Pr Orimar Carneiro

Pr Orimar Carneiro

Pastor no MiR PBS

MiR Parauapebas

TEXTO: Atos 2:41-47

 Objetivo: Levá-los a entender que existe um padrão exigido por Deus para sermos pessoas poderosamente usadas por Deus.

 Contexto:

  • Aqui começa a Igreja com 120 pessoas
  • Havia um novo estilo de vida nesta Igreja. Havia poder, respaldo do Espírito Santo (em uma única mensagem 3.000 almas foram salvas pelo poder da palavra).
  • Era uma Igreja que atraía as multidões
  • Muitos ficam maravilhados com as manifestações de poder que havia, e até sonham em fazer as mesmas obras, ou até maiores.

QUAL  ERA O SEGREDO?

1-Perseveravam na doutrina dos Apóstolos

  • Perseverar é um ato de Fé (persistir...)
  • Perseveravam no partir do pão e nas orações
  • Muitas vezes fazemos o contrário, fugimos da oração e da comunhão (não temos comunhão nem com nossa própria esposa/filhos, por sermos a geração do ativismo, imediatismo, da comida enlatada etc. “
  • Para sermos uma Igreja restaurada, é preciso resgatar a comunhão

3- Em cada alma havia Temor

  • Temor não é medo, a Bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria.

 É respeito, honra, tem que haver para que haja milagres, muitos querem operar sinais sem temor, e acabam envergonhados como os filhos de Cefas (At.19:15)

  • Autoridade se alcança vivendo em Submissão e Santidade
  • Os apóstolos tinham intimidade com Deus, por isso tinham voz de autoridade.

4-Estavam juntos e tinham Tudo em Comum

  • Todos eram amplamente supridos, não havia rico e nem pobre.
  • Hoje dizemos; meu carro, minha casa, nos tornamos senhores (onde está Jesus). A Bíblia diz que somos mordomos, e que devemos servir ao Senhor com nossos bens, se nos apegarmos a eles perdemos rápido, se nos desprendemos, DEUS acrescenta.
  • Muitos olham para seus bens como seus, quando na verdade não somos donos de nada, somo apenas administradores do que é do Senhor.

Conclusão:

Deus está buscando homens e mulheres que disponham Bens, Casas e Corações 100% consagrados a Ele, como era a Igreja de Atos, que por assim viver produziu o maior avivamento.

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Texto: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tiago 4.3).

Introdução: Como é frustrante orar e não receber a resposta ao nosso clamor, porém isto pode acontecer, pois tudo o que se refere ao Reino de Deus, é movido por princípios,  a quebra destes princípios invalida o nosso esforço na oração.
Vejamos abaixo posturas que frustram as nossas orações:


  1. Por causa de pecados não perdoados.
    Os pecados só não serão perdoados se não forem confessados. Veja o que diz 1João 1.8, 9: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.
    Note as conseqüências de pecados não confessados e portanto não perdoados:“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.1, 2).

  2. Devido à incredulidade.
    O pecado da incredulidade é terrível diante de Deus, pois nega toda a obra feita por Cristo na cruz por nós. Veja o que Jesus disse em Marcos 16.14-16: “Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”.
    Tem um decreto de condenação para os incrédulos: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”.
    Precisamos agradar ao Pai e sem fé é impossível fazê-lo. Analise Hebreus 11.6.
    O texto de Tiago 1.6, 7 é contundente: “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa”.
    (Jo 11.39, 40).
    Jesus disse que se crermos veremos a Glória de Deus (João 11.39, 40).

  3. Em virtude do orgulho.
    Orgulho: Pecado associado à soberba, arrogância, vaidade e altivez. Pensamento elevado sobre si mesmo. A obstinação é também uma faceta do orgulho.
    A soberba é abominação diante de Deus e Ele rejeita o soberbo: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” Tg 4.6b).
    Deus considera a oração de um arrogante como gritos vazios. Veja o texto do livro de Jó: “Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus. Só gritos vazios Deus não ouvirá, nem atentará para eles o Todo-Poderoso” (Jó 35.12, 13).
    Compensa deixar a vaidade e ter o nosso clamor respondido pelo Pai. Veja Salmo 66.16-19: “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem ele feito por minha alma. A ele clamei com a boca, com a língua o exaltei. Se eu no coração contemplar a vaidade, o Senhor não me teria ouvido. Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração”.

    Conclusão: A oração é tão importante que Jesus nos incentivou a praticá-la continuamente, o apóstolo Paulo também fez o mesmo, inclusive instruindo-nos a orar e suplicar em todo o tempo (Ef 6.18). Daniel e Davi também tinham o habito de buscar a Deus e o faziam pelo menos três vezes ao dia.
    “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55.6).
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Estudo da 2ª  semana de Setembro

O PODER DA ORAÇÃO

 

 

 

Texto: Tiago 5.17-18



Introdução: Vivemos um tempo em que a grande maioria dos cristãos encontra dificuldades em ter uma vida contínua de oração e comunhão com Deus, porém ao analisarmos os tópicos descritos abaixo, percebemos a necessidade de rompermos com todos os obstáculos e nos aplicarmos mais a este saudável compromisso diário.

1. Salva de situações impossíveis.
“Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc 18.2-7).
Observamos neste texto a necessidade da persistência na oração, pois a promessa do Senhor é a solução de todas as causas impossíveis – “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.37).

2. Liberta do medo.
“Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas tribulações. Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram” (Sl 107.28, 29).
Veja o que diz o Salmo 91.15, 16: “Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei. Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação”.
Os dois textos acima demonstram que quando clamamos mesmo em angústia, somos respondidos pelo Pai e livres das tribulações.

3. Move e abre os céus.
“Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus” (At 4.31);
“Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos” (Tg 5.17, 18).
A oração perseverante move e abre os céus, trazendo a nós o sobrenatural e conseqüentemente as coisas grandes de Deus.

4. Abre cadeias e traz liberdade aos algemados.
“Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos” (At 16.25).
Aquele que ora não somente usufruiu de libertação, como também traz libertação a outros que estão aprisionados.

Conclusão: Veja o que diz I Tessalonicenses 5.17: “Orai sem cessar”.

 

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