Pr Orimar Carneiro

Pr Orimar Carneiro

Pastor no MiR PBS

MiR Parauapebas

Texto:  Mateus 11:28-30

INTRODUÇÃO

Aqui está um convite para quem quer conhecer o Filho de Deus. Não é um convite para uma nova religião, mas para viver uma verdade que conduz à vida eterna. A alma daqueles que vivem sem Jesus, está cansada e oprimida pelo jugo e fardos que o pecado lhes impõe. E Jesus faz um convite: “vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei”.

  1. UMA ALMA DESCANSADA E LIVRE

Quando Jesus promete dar descanso à alma, é porque existe alma cansada. Uma alma cansada é aquela que vive na angústia, na ansiedade e aprisionada pelos problemas não resolvidos e por isso não consegue apegar-se ao Senhor. Davi declara que sua alma estava apegada a Deus: “a minha alma está apegada a ti; a tua destra me sustenta” (Sl 63.8). Para uma alma estar apegada a Deus, precisa primeiro ser tratada e liberta de todo tipo de prisão. Uma pessoa com a alma cansada não tem ânimo, não se alegra e, na sua insatisfação está sempre murmurando. Uma pessoa cuja alma vive em murmurações, deixa de fazer a obra de Deus e, consequentemente perde a visão do propósito que Ele tem para a sua vida. Jesus quer tirar o cansaço da sua alma, livrando-a do jugo do mundo. Dele são estas palavras: “aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (MT 11.29).

  1. O JUGO SUAVE E O FARDO LEVE

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11.29,30). Mansidão e humildade são virtudes de uma alma livre. E uma promessa: “encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11:29). Jugo é uma submissão imposta, é um aprisionamento. Fardo é o peso que se carrega por uma obrigação. A religião é um jugo e a religiosidade é um fardo. “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los” Mt 23.4). É preciso trocar a religião pela promessa. Jesus promete que vai aliviar você do fardo. Ele disse: “Tomai sobre vós o meu jugo”, isto é: Jesus quer trocar o seu jugo e o seu fardo pesados, pelos d’Ele que são suave e leve.

O jugo de Jesus nos une a Ele e isso deixa claro que somente o Seu jugo traz alívio e descanso aos cansados e oprimidos. Somente aqueles que diante da mensagem de Jesus reconhecem que estão cansados e oprimidos, e aceitam o Seu convite – “vinde a mim”, obterão alívio. O mundo está debaixo do jugo do pecado e só Jesus pode tirar esse fardo que está sobre o homem.

CONCLUSÃO:

Todos os homens estavam sob o “jugo” do pecado por serem descendentes de Adão. É por isso que a Palavra nos diz: “porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Mas Cristo liberta o homem do “jugo” do pecado, pois todos que aceitam o Seu convite que diz “vinde a mim”, recebendo-o em seu coração, Deus lhe dá o poder para serem “filhos de Deus”, pois “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome” (Jo 1.12).

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Texto:  Mateus 21:18-22

INTRODUÇÃO

Fé significa trazer as realidades espirituais para o mundo natural. A fé não constitui algo irreal ou místico, mas a certeza da materialização das coisas que buscamos alcançar, mesmo não as vendo sabemos que podemos trazê-las para a realidade do mundo natural.

A fé vem de Deus. Nada tem a ver com os sentidos e as emoções do homem. Quem vive pela fé não vive uma vida de incertezas, medos, traumas ou fraquezas. Uma vida baseada na fé é capaz de barrar qualquer problema espiritual e nos levar ao milagre que queremos e determinamos alcançar. A Fé é o dom glorioso e divino que faz os demônios temerem e tremerem diante de nós.

1. A FÉ NATURAL E A SOBRENATURAL

A fé sobrenatural é a ação do Espírito Santo dentro de nós. Para se viver essa fé, é necessário estar em aliança com Deus. A fé sobrenatural nos leva a ver o invisível e crer no impossível. Enquanto a fé natural está firmada nas coisas que são visíveis aos olhos humanos e sustentada em conhecimentos naturais, a fé sobrenatural é sustentada em conhecimentos adquiridos no ouvir a Palavra de Deus. Por isso, a fé vinda de Deus nada tem a ver com sentimentos humanos como: entusiasmo, emoção, euforia, etc. A fé sobrenatural é um dádiva de Deus para aqueles que têm um coração aberto para ouvir e crer na Palavra do Senhor.

Os milagres são produzidos através da fé sobrenatural. Ela despreza os cinco sentidos do homem, porque está acima do natural,  porque se constitui loucura para este  mundo- “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1Co 2.14).

2. FÉ: CERTEZA ABSOLUTA

Certa ocasião Jesus falou a uma figueira: “Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.” (Mt 21.19).  Como Jesus falou a uma figueira que não tem ouvidos para ouvir? Para o mundo natural é um verdadeiro absurdo falar a uma figueira. Até os próprios discípulos de Jesus não entenderam aquelas palavras do Mestre. No dia seguinte, ao passarem pelo mesmo local, ficaram maravilhados ao verem que a figueira “se tinha secado até as raízes” (Mc 11.20).

A Bíblia diz que a fé é a convicção de fatos ou coisas que não se veem, isto é, não dá para enxergar com os olhos naturais. Quando Jesus nos diz que “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18.20), está nos levando ao exercício da fé sobrenatural. Não estamos vendo Jesus, mas cremos e temos a convicção da Sua presença quando estamos reunidos em Seu nome.

É o próprio Jesus que nos diz: “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior” (Jo 7.38). Esse fluir de “água viva” é o Espírito Santo, e Ele só fluirá por meio da manifestação da fé sobrenatural, que nos leva às certezas e convicções absolutas do operar de Deus através dos milagres em nossas vidas.

CONCLUSÃO:

A nossa fé tem que gerar certezas em nosso coração e a convicção de prosseguir mesmo quando tudo parece contrário. Por maior que seja a luta, não desanime, confie em Deus. 

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 Texto: “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4.15).


 Introdução:

 Recebemos uma ordem do Pai através do Apóstolo Paulo: “Cresçamos em tudo naquele que é a cabeça”. Em nenhum lugar da Palavra de Deus está escrito que devemos parar. Isto significa que enquanto estivermos aqui na terra precisamos continuar buscando o conhecimento do Senhor.

 

 Vejamos como deve ser esse crescimento:


 1 – Crescer na graça e no conhecimento. “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2 Pedro 3.18)
O crescimento na graça e conhecimento traz firmeza para suportar os desafios e vencê-los sem decair na fé. “Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza” (2 Pedro 3.17).


 2 – Crescer em amor
“E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus”  (Fl 1:9-11)
O crescimento no amor traz: conhecimento, percepção, excelência, sinceridade, liberdade, fruto de justiça.
Veja o que diz 1 Tessalonicenses 3.12: “e o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco”.


 3 – Crescer na intimidade com o Senhor “Crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas as suas palavras deixou cair em terra” (1 Samuel 3.19). Samuel crescia não somente em estatura, mas também no conhecimento do Senhor, por isto, O Senhor era com ele, tornando-se o sucessor do sacerdote Eli.
A falta de intimidade com Deus traz destruição – “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Oséias 4.6a)

 

 Conclusão:

“Um bom cristão não é como o sol de Ezequias, que recuou, nem como o de Josué, que permaneceu imóvel, mas como o que está sempre avançando em santidade e elevando-se no crescimento de Deus” (Thomas Watson).

 

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