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Segunda, 27 Agosto 2018 10:14

ARCA DA ALIANÇA

TEXTO: 2 Sm. 6:1-11 e 1 Cron. 13:1-14

 

 

Contexto:

  • A Arca da aliança era o objeto central do culto, onde era guardado o testemunho (Ex.25:16

2 Cron.6:11).

  • A Arca da aliança representa a figura de Cristo e o testemunho eram as tábuas da lei,

dadas por Deus a Moisés como aliança entre Deus e o povo de Israel. (Significa a

presença de Deus)

  • Os filisteus haviam capturado a arca e tiveram que devolvê-la porque havia trazido

maldição para eles (1 Sam. 6). Ela foi levada para a casa de Abinadabe e ali permaneceu

por 20 anos (1 Sam. 7:1-2).

  • Davi consultou toda a congregação e resolveram buscar a arca da aliança. 1Cron 13:1-4
  • Uzá foi castigado por não obedecer às instruções que Deus havia dado, quanto à maneira

de transportar a arca. Eles a transportaram num carro, quando Deus havia dado

instruções para que o fosse em varas especiais e nos ombros dos sacerdotes levitas (1

Cron. 15:2; 2 Sm 6:2-7

 

Conseqüências: Quando não buscamos o conhecimento de Deus, atraímos problemas para

nós, mesmo que tenhamos boas intenções, o nosso coração deve ser reto e obediente à

vontade de Deus. Davi ficou temeroso quando Uzá foi morto e resolveu deixar a arca do

Senhor na casa de Odebe-Edom. E no tempo que ela permaneceu naquela casa ela foi

grandemente abençoada. 2Sm 6:10-11

 

Conclusão: Todos aqueles que abrem a porta da sua casa para que a Palavra de Deus seja

anunciada, são grandemente abençoados. Porque aquele que leva as boas novas do

evangelho, leva a arca da presença de Deus.

 

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Texto: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tiago 4.3).

Introdução: Como é frustrante orar e não receber a resposta ao nosso clamor, porém isto pode acontecer, pois tudo o que se refere ao Reino de Deus, é movido por princípios,  a quebra destes princípios invalida o nosso esforço na oração.
Vejamos abaixo posturas que frustram as nossas orações:


  1. Por causa de pecados não confessados.
    Os pecados só não serão perdoados se não forem confessados. Veja o que diz 1João 1.8, 9: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.
    Note as conseqüências de pecados não confessados e portanto não perdoados:“Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.1, 2).

  2. Devido à incredulidade.
    O pecado da incredulidade é terrível diante de Deus, pois nega toda a obra feita por Cristo na cruz por nós. Veja o que Jesus disse em Marcos 16.14-16: “Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”.
    Tem um decreto de condenação para os incrédulos: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”.
    Precisamos agradar ao Pai e sem fé é impossível fazê-lo. Analise Hebreus 11.6.
    O texto de Tiago 1.6, 7 é contundente: “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa”.
    (Jo 11.39, 40).
    Jesus disse que se crermos veremos a Glória de Deus (João 11.39, 40).

  3. Em virtude do orgulho.
    Orgulho: Pecado associado à soberba, arrogância, vaidade e altivez. Pensamento elevado sobre si mesmo. A obstinação é também uma faceta do orgulho.
    A soberba é abominação diante de Deus e Ele rejeita o soberbo: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” Tg 4.6b).
    Deus considera a oração de um arrogante como gritos vazios. Veja o texto do livro de Jó: “Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus. Só gritos vazios Deus não ouvirá, nem atentará para eles o Todo-Poderoso” (Jó 35.12, 13).
    Compensa deixar a vaidade e ter o nosso clamor respondido pelo Pai. Veja Salmo 66.16-19: “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem Ele feito por minha alma. A ele clamei com a boca, com a língua o exaltei. Se eu no coração contemplar a vaidade, o Senhor não me teria ouvido. Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração”.

    Conclusão: A oração é tão importante que Jesus nos incentivou a praticá-la continuamente, o apóstolo Paulo também fez o mesmo, inclusive instruindo-nos a orar e suplicar em todo o tempo (Ef 6.18). Daniel e Davi também tinham o habito de buscar a Deus e o faziam pelo menos três vezes ao dia.
    “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55.6).
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Segunda, 13 Agosto 2018 09:52

O PODER DA ORAÇÃO

Texto:

Tiago 5.17



Introdução: Vivemos em um tempo em que a grande maioria dos cristãos encontra dificuldades em ter uma vida contínua de oração e comunhão com Deus, porém ao analisarmos os tópicos descritos abaixo percebemos a necessidade de rompermos com todos os obstáculos e nos aplicarmos mais a este saudável compromisso diário.

1. Salva de situações impossíveis. “Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc 18.2-7). Observamos neste texto a necessidade da persistência na oração, pois a promessa do Senhor é a solução de todas as causas impossíveis – “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.37).

2. Liberta do medo. “Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas tribulações. Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram” (Sl 107.28, 29). Veja o que diz o Salmo 91.15, 16: “Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei. Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação”. Os dois textos acima demonstram que quando clamamos mesmo em angústia, somos respondidos pelo Pai e livres das tribulações.

3. Move e abre os céus. “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus” (At 4.31);
“Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos” (Tg 5.17, 18). A oração perseverante move e abre os céus, trazendo a nós o sobrenatural e conseqüentemente as coisas grandes de Deus.

4. Abre cadeias e traz liberdade aos algemados. “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos” (At 16.25). Aquele que ora não somente usufruiu de libertação, como também traz libertação a outros que estão aprisionados.

Conclusão: Veja o que diz I Tessalonicenses 5.17: “Orai sem cessar”.

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Segunda, 06 Agosto 2018 10:38

Socorro Seguro

Texto: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no meio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam” (Sl 46.1-3).

Introdução: Quem conhece Deus como Pai e ajudador, não precisa ter medo de nada.


1. O nosso Fiel sustentador nas necessidades.

“Foi, pois, e fez segundo a palavra do Senhor; retirou-se e habitou junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão. Os corvos lhe traziam pela manhã pão e carne, como também pão e carne ao anoitecer; e bebia da torrente” (1 Rs 17.5, 6).
Mesmo nas situações mais extremas, somos sustentados pelo Senhor. Elias experimentou a providência de Yahweh, Deus de Abraão.

2. O nosso Médico nas enfermidades.

 “Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos.  Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim  há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado?  Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que  me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.  Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda.  Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado” (João 5.5-9).
Aquele homem estava doente na alma e no corpo, estava desistido, e Jesus, em seu infinito amor o restaura, dando a ele a saúde física e emocional.  Está escrito em Ex15: 26b:

“Eu sou o Senhor que te sara”.


3. O nosso refúgio em qualquer situação.

 “Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.  Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.  Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti.  Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti e os povos, pela tua vida” (Is 43.1-4).

 Somos filhos de um Pai amoroso que passa conosco em todas as situações da vida.

Conclusão:

 Como é feliz aquele que tem o nosso Deus como o seu Pai. Veja o que diz o Salmo 46.10, 11: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio”.

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